Pesquisa comprova qualidade da malha brusquense
Uma pesquisa realizada pelos acadêmicos do curso de Produção Têxtil da Unifebe e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), para investigar as causas dos defeitos em malhas, comprova a qualidade do tecido brusquense. Da malha pesquisada em 15 empresas, apenas 2,8% mostraram algum defeito, enquanto 97,2% apresentaram ótimas condições.
Dentro dos 2,8% das malhas com defeito, a maioria das falhas estava relacionada ao processo de tingimento (56%). Conforme o coordenador do curso de Processos Gerenciais, Sidnei Gripa, e o coordenador técnico, Wallace Nobrega Lopo, constatou-se que os setores da indústria têxtil da região, que dependem do fator humano para garantir a qualidade do produto ou serviço, tendem a ter uma participação percentual maior na quantidade de defeitos gerados.
"O resultado da pesquisa foi enviado para as empresas participantes do estudo. A partir desses dados elas podem aprimorar os controles de qualidade, para garantir que tais defeitos não sigam adiante e para reduzir ainda mais o índice de defeitos", enfatizou Wallace.
A pesquisa envolveu 70 acadêmicos da 2ª, 4ª e 6ª fases do curso e promoveu a interdisciplinaridade das disciplinas Sistemas Formadores de Fios II, Tecnologia da Malharia I e III, Administração Industrial e Gerenciamento de Processos Têxteis, e Sistemas de Produção I, bem como os professores das disciplinas.



